Leishmaniose, proteja seu cão e sua família

Leishmaniose, proteja seu cão e sua família


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"Leishmaniose é uma doença crônica causada pela picada do mosquito palha que transmite o parasita Leishmania."


Campanhas, publicado em 28/05/2018

Leishmaniose é uma doença crônica causada pela picada do mosquito palha que transmite o parasita Leishmania. Existem três tipos da doença, a leishmaniose cutânia, leishmaniose visceral e a leishmaniose mucocutânea.


Existem hoje cerca de 20 espécies do parasita que podem afetar  os humanos. A doença começa a se desenvolver rapidamente quando os parasitas chegam as correntes sanguíneas e se espalham pelas células e outros tecidos. Países com maiores incidências da doença são: Índia e Bangladesh.


1) Quais são os tipos da Leishmaniose?

A) Cutânea – a leishmaniose cutânea, que afeta a pele, costuma provocar úlceras na pele e é a forma mais comum da doença.


B) Visceral – a leishmaniose visceral, ou também conhecida como calazar,  afeta os órgãos internos como o baço e fígado, e  pode ser fatal, pois também atinge o  sistema imunológico através de danos a esses órgãos.

 

C) Mucocutânea – essa é a forma mais rara de leishmaniose. Ela afeta as membranas mucosas do nariz do palato, o que pode levar a destruição total ou parcial dessas membranas.


2) Quais são as causas?

Quais são as causas da leishmaniose?


A principal causa da doença é pela picada do parasita Leishmania. Esse parasita costuma ser encontrado em ambientes úmidos no período mais quentes do ano. Eles preferem o período noturno para picar.

 

As principais causas são:


Alguns animais domésticos, como o cão, podem transmitir a doença via parasita, que se instala nestes animais.

Seres humanos também podem transmitir a doença via transfusão de sangue e agulhas compartilhadas.

A doença pode ser transmitida também de uma grávida para o feto.

3) Quais são os sintomas?

Os sintomas varia de tipos da doença:

 

A) Na leishmaniose cutânea, duas a três semanas após a picada pelo mosquito aparece uma pequena pápula avermelhada na pele que vai aumentando de tamanho até formar uma ferida recoberta por crosta ou secreção purulenta. A doença também pode se manifestar como lesões inflamatórias nas mucosas do nariz ou da boca.


B) Na leishmaniose mucocutânea, os sintomas aparecem de um a cinco anos depois da pele cicatrizar. Os principais sinais são: Nariz entupido, Corrimento nasal, Sangramento do nariz, Dificuldade em respirar.


C)  Na leishmaniose visceral são mas críticas e os sintomas costumam aparecer depois de seis meses da infecção, são eles: Perda de peso, Fraqueza, Tosse, Febre, Aumento do fígado, Diminuição da produção de células vermelhas do sangue, Hemorragia, Infecções, Suor noturno, Queda de cabelo, Pele escamosa, Pele pálida.

Diagnóstico

Antes de mais nada se você visitou algum lugar em que a doença é comum, você deve avisar seu médico. O exame físico será feito e os testes para parasita também. Amostras de sangue e a biópsia de medula óssea vão verificar se realmente você está com a doença. O diagnóstico pode levar de duas a quatro semanas para ser feito, enquanto isso, o paciente deve ficar atento aos demais sintomas, que podem ser confundidos com outras doenças.

 

3) Existem tratamentos?

A) Na leishmaniose cutânea, muitas vezes, não é preciso tratamento algum. Porém alguns medicamentos são recomendados para reduzir as cicatrizes e a acelerar a cura.


B) Na leishmaniose visceral, em que a doença já é mais grave, o tratamento é necessário. Médicos e especialistas recomendam medicamentos a base de antimônio, como o antimoniato de meglumina e estibogluconato de sódio, que servem para curar mais rapidamente as lesões.

 

Na tegumentar são oferecidos tratamentos com Anfotericina B lipossomal e paromomycin, todos para tratar a leishmaniose mucocutânea.


4) Como prevenir?

Evitar residir ou acampar em áreas muito próximas à mata,

Evitar banhos em rios perto da mata

Usar telas protetoras em janelas e portas da casa

Utilizar repelentes quando estiver em matas, etc.

Eliminar cães diagnosticado com leishmaniose visceral positivo, para evitar a trasmissão em humanos.