Sabia que estamos no Janeiro Roxo? Mês de Conscientização para a prevenção de Hanseníase

Sabia que estamos no Janeiro Roxo? Mês de Conscientização para a prevenção de Hanseníase


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Secretaria de Saúde, publicado em 23/01/2019

O primeiro mês do ano também é marcado por ações de prevenção, combate e conscientização da Hanseníase, doença popularmente conhecida como lepra, e que carrega consigo uma carga histórica de preconceito há séculos.

Apesar do preconceito, o tratamento da doença, infectocontagiosa, pode ser feito gratuitamente em todo o país, e o contágio depende de um convívio íntimo e continuo com um paciente multibacilar, que já esteja em um estado avançado da enfermidade. Além disso, a transmissão também depende de um pré-disposição genética para desenvolver a doença.

Precisamos conscientizar a população de que buscar auxílio médico aos primeiros sintomas é sempre a melhor opção, pois evitamos que a doença se propague e proporciona uma cura sem que haja sequelas.

É preciso ficar atento e procurar atendimento adequado diante do surgimento de sintomas da doença, como manchas despigmentadas (com pouca coloração) e que apresentam perda de sensibilidade ao calor, frio, à dor e ao tato.

Para diagnosticar a doença, além da avaliação clínica, o paciente precisa se submeter à exames dermato-neurológicos, biopsias com exames anatomopatológico e pesquisa do bacilo álcool ácido resistentes na linfa.

No Brasil, o tratamento recomendando pelo Ministério da Saúde é a poliquimioterapia, que tem duração em média de 6 meses a 1 ano, mas em casos mais avançados podem chegar a dois anos. Um eventual interrupção deste tratamento pode ser bastante nocivo, uma vez que existe possibilidade do bacilo causador da enfermidade torna-se resistente ao tratamento demandando, o que poderia prolongar a exposição à medicação e o sofrimento do paciente.

Fique atento! Hanseníase tem cura!